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Vitamina D: ossos firmes e fortes

A Vitamina D é um hormônio essencial para o metabolismo ósseo e para a absorção de cálcio. Quando foi descoberta, acreditava-se que só podia ser encontrada na alimentação - por isso chamamos de “vitamina”. Hoje, porém, sabemos que há outras fontes, como os medicamentos específicos e exposição solar controlada. 

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia recomenda pelo menos 20 ng/ml (nanograma por mililitro) de Vitamina D, mas essa quantidade varia por pessoa, de acordo com a idade e o estado geral de saúde. Para saber como anda o nível de Vitamina D no organismo é preciso se submeter a alguns exame de sangue devidamente solicitados pelo médico. 

Mas, em termos estatísticos, embora o Brasil seja um país tropical, com sol o ano inteiro, a população ainda revela níveis muito baixos da substância. Esse cenário se deve ao fato das pessoas não tomarem sol pelo tempo necessário que o organismo precisa ou de usarem filtros solares por recomendação dermatológica - o que está correto. A síntese da vitamina acontece por meio dos raios UVB, o mesmo que provoca câncer. Porém, basta expor braços e pernas a um tempo mínimo de 5 a 20 minutos, de acordo com o tipo de pele. 

O problema de recorrer aos alimentos é que poucos possuem a substância e, quando possuem, a quantidade é irrisória. São exemplos o peixe (salmão, atum, cavala), óleo de fígado de bacalhau, gema de ovo e cogumelos.

A deficiência de Vitamina D pode desencadear diversas doenças. Em crianças, raquitismo (enfraquecimento dos ossos) e retardo do crescimento. Em adultos, osteomalácia (amolecimento dos ossos) e osteoporose (redução da densidade dos ossos), além de diminuição da imunidade, fraqueza muscular e risco de infecções. 

No entanto, a abundância da vitamina também pode causar problemas, por isso superdosagens só podem ser feitas sob orientação médica e geralmente em pacientes que estão nos grupos de risco, como os idosos. O excesso é perigoso porque eleva os níveis de cálcio no sangue e isso pode prejudicar os rins, desencadeando pedras ou disfunções no órgão. Também pode levar à perda óssea, pois a hipervitaminose estimula a atividade osteoclástica - célula que destrói o osso.

Fonte: Medical Site

31 de Outubro de 2019

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